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Série “Isso é Goiás” destaca, nas redes sociais da Alego, essa semana, a história e o potencial do município de Ipameri

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A cidade de Ipameri surgiu de um arraial de agricultores fundado por Francisco José Dutra. Seus primeiros habitantes vieram da capitania de Minas Gerais que, ao chegar à cidade, ergueram uma capela em devoção ao Divino Espírito Santo. A partir daí, as possibilidades de crescimento aumentaram o fluxo populacional da região. De acordo com informações do site da prefeitura de Ipameri, em 1845, o arraial passou à categoria de paróquia. Em 1858, foi elevado à vila.

Uma curiosidade é que desde a sua fase primitiva, o município aparecia com o nome de “Vai e Vem”, em virtude do ribeirão que o banha e que apresenta sinuosidade, como verdadeiro vai e vem. Anos depois começou a ser chamado de “Entre Rios”, por se localizar entre os rios Corumbá e Braço. Já em 1904, uma lei estadual mudou a denominação de Entre Rios para lpameri, vindo de lpau-mery, que tem o significado de entre águas ou entre rios.

Dados apontam que o crescimento do município iniciou com a chegada de estrangeiros que vieram do território europeu em virtude da 1ª Guerra Mundial. Além disso, o desenvolvimento da cidade também está ligado a construção da primeira usina hidrelétrica de Goiás, em maio de 1913. Já com a chegada da linha férrea, a cidade passou por um período de transformações significativas adquirindo características e uma posição de destaque no cenário goiano.

Estrada de ferro

Com a estrada de ferro, a usina hidroelétrica e a abundante matéria-prima agropecuária, a cidade se transformou no maior e mais importante centro industrial, comercial, cultural e até financeiro da região, e de grande expressão no estado. Na época, o município recebeu indústrias de porte como de calçados, de couros, laticínios, máquinas de beneficiamento de cereais, torrefação e moagem, ladrilhos e outras. Além de atacadistas e comércio exportador para outros estados, estabelecimentos bancários e clubes sociais, faziam parte do cotidiano ipamerino.

Em meados dos anos 50, com a decadência do transporte ferroviário, a cidade sofreu um período de isolamento, época em que perdeu a maior parte de suas indústrias e do comércio de porte. Mas, o desenvolvimento voltou a acontecer a partir de meados da década de 1980, quando as estradas que ligam o município ao restante do país foram asfaltadas. A mecanização da agricultura e a eletrificação rural também contribuíram para a retomada do desenvolvimento do município.

Ipameri evoluiu com a chegada de agroindústrias, empresas comerciais e instituições de ensino superior, como Universidade Estadual de Goiás (UEG), e o Instituto Federal Goiano (IFG) e segue em constante crescimento.

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“Temos que governar com o espírito de JK”, defende Caiado em encontro nacional de lideranças

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Na 2ª edição do Seminário Brasil Hoje, em São Paulo, o governador falou sobre clima de acirramento da política nacional e soluções reais para problemas da população

No debate sobre desafios e oportunidades para os estados, em São Paulo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, citou o ex-presidente Juscelino Kubitschek (JK), que comandou o país entre 1956 e 1961 em clima de coalizão. “Foi esse homem que deu conta de fazer todo o desenvolvimento, destacar o Centro-Oeste e o Norte do país”, disse Caiado. A fala foi durante a segunda edição do Seminário Brasil Hoje, realizado nesta segunda-feira (22/04).

O evento reuniu lideranças políticas e do setor privado para debater o cenário econômico atual. “Ninguém governa brigando, nesse clima de acirramento político. O presidente hoje tem que governar com o espírito que JK teve, de poder, se preocupar com matérias relevantes”, disse Caiado. Ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o goiano encerrou o evento, com a mediação do jornalista Willian Waack.

Em seminário nacional, Caiado fala que presidente da República deve seguir exemplo de JK

Em seminário nacional, Caiado fala que presidente da República deve seguir exemplo de JK

Caiado relembrou que, à época de JK, o país também vivia grande clima de polarização política, com diversas forças tentando derrubar o presidente. Ao ser resolvida a crise, JK pediu calma e que o deixassem trabalhar pelo país, sem também promover clima de revanchismo contra adversários.

“Essa polarização é deletéria, todo mundo pode contribuir para seu fim”, disse Tarcísio ao concordar com Caiado. Para ele, o Judiciário, Legislativo, a mídia e mais setores da sociedade também devem atuar para descomprimir o debate. “Estamos cada dia mais próximos do limite, a população não aguenta”, alertou Tarcísio. O encontro foi promovido pela organização Esfera Brasil, que se intitula “apartidária e independente”, com transmissão ao vivo via internet.

Sobre desafios da segurança pública nos estados, Caiado ressaltou que “bandido tem que cumprir pena, e não ficar fazendo falsa política social”. Ele destacou ainda a necessidade do combate às facções criminosas que dominam diversos pontos, nas grandes metrópoles. “Ter territórios onde não se pode entrar significa que não temos um estado democrático de direito”, afirmou.

Como resultado das ações do Governo de Goiás, ele citou que o estado hoje não tem nenhum território dominado por facções e é exemplo nacional em segurança pública.

Seminário
Também integraram a programação do seminário o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de outras autoridades. Nos demais painéis, foram abordados temas como as perspectivas para as eleições municipais, comunicação, meio ambiente e integração e inovação de cadeias produtivas.

Fotos:_Julia Fagundes Esfera / Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

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