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NOVO CAGED: País gerou 190.366 postos com carteira assinada em outubro, segundo dados do Novo Caged

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No acumulado do ano, geração chegou a 1.784.695 postos de trabalho, positivo nos 5 grandes grupamentos econômicos e todas as Unidades da Federação

egundo dados do Novo Caged, o país obteve no mês de outubro de 2023 um saldo positivo de 190.366 postos de trabalho com carteira assinada, resultante de 1.941.281 admissões e 1.750.915 desligamentos no mês, com a maioria dos empregos formais criados principalmente no setor de Serviços (109.939) e no Comércio (49.647).

No acumulado do ano, o total de vagas geradas chegou a 1.784.695 postos de trabalho, ficando positivo nos 5 grandes grupamentos econômicos e nas 27 Unidades da Federação. Com isso, o estoque total recuperado para o Caged foi de 44.229.120 postos de trabalho formais.

O maior crescimento do emprego formal em outubro ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 109.939 postos, com destaque para Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que teve saldo positivo de 65.128 empregos. A segunda maior geração ocorreu no Comércio, com 49.647 postos de trabalho gerados no mês, principalmente no comércio varejista de mercadorias, com predominância para de supermercados (+6.307 e Hipermercados (+1.925), além dos artigos de vestuário +5.026).

A Indústria teve o terceiro maior crescimento do emprego no mês, com saldo positivo de 20.954 postos, com destaque para o setor de fabricação de açúcar em bruto (+1.500) e fabricação de móveis, com saldo de +1.330. A Construção Civil teve saldo positivo de 11.480 empregos e a Agropecuária, o único setor que gerou saldo negativo, perdeu 1.656 empregos no mês, decorrente da desmobilização do café (-2.850), do cultivo de alho (-1.677), cultivo de batata-inglesa (-1.233) e de cebola (-1.138) que superaram o aumento nas atividades de Produção de Sementes (+4.088).

Entre os estados, as Unidades da Federação com maior saldo foram São Paulo, com geração de 69.442 postos (+0,5%), em sua maioria no setor de serviços (+44.112); no Rio de Janeiro, geração de 18.803 postos (+0,5%) e Paraná, com saldo positivo de 14.945 postos (+0,5%).

Acumulado do ano – No acumulado de janeiro a outubro, foram gerados no país 1.784.695 postos de trabalho, ficando o resultado positivo nos 5 grandes grupamentos econômicos e nas 27 Unidades da Federação, As Unidades da Federação com maior saldo no acumulado de 2023 foram São Paulo, com geração de 502.193 postos formais (+3,8%), Minas Gerais, com 187.485 novos postos (+4,2%) e Rio de Janeiro, que gerou 141.981 vagas formais (+4,2%).

O maior crescimento do emprego formal no acumulado do ano ocorreu no setor de Serviços, que gerou 976.511 postos de trabalho até outubro (54,4% do saldo), com destaque para as atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+355.869), e para as atividades de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (312.552). A Construção Civil gerou 253.876 postos, especialmente nas obras de infraestrutura (86.099) e a indústria apresentou um saldo positivo de 251.11 postos de trabalho no ano, com destaque para a fabricação de produtos alimentícios (+81.523). O Comércio também foi positivo, com geração de 193.526 postos de trabalho, principalmente em supermercados (17.491), minimercados (12.207) e produtos farmacêuticos (12.684) e a Agropecuária gerou 109.698 postos, com destaques para os cultivos de soja (15.870), cana-de-açúcar (15.475) e laranja (7.949).

Grupos Populacionais – Em outubro, o saldo ficou positivo para as mulheres, geração de 90.696 postos e para também para os homens (99.671). Para os pardos, a geração foi de 110.240, para brancos (64.660), pretos (22.300), amarelos (15.395) e indígenas (652). No que se refere às Pessoas com Deficiência, o saldo positivo foi de 1.699 postos de trabalho no mês.

Acompanhe a íntegra da coletiva concedida pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, aqui.

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BNDES aprova R$ 13,5 bi para operações de apoio à exportação de empresas brasileiras em 2023

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Com orçamento de R$ 2 bilhões, BNDES reduz spread para exportação

  • Medida está alinhada aos objetivos do Plano Mais Produção, com a finalidade de contribuir para que as empresas sejam mais competitivas no mercado internacional

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reduziu em até 60% a sua remuneração (spread) em operações da linha BNDES Exim Pré-embarque para exportações. A redução no spread estará disponível a partir desta quinta-feira, 22 de fevereiro. O orçamento adicional disponibilizado para operações nessa modalidade é de R$ 2 bilhões.

“A retomada das operações de financiamento às exportações representa um importante papel exercido pelo BNDES no governo do presidente Lula. Atende aos objetivos do Plano Mais Produção, de promover o fortalecimento da indústria brasileira, tornando-a competitiva no mercado internacional e contribuindo para a geração de empregos no Brasil”, explica o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon.

A redução no spread está limitada a R$ 150 milhões por operação. Para a exportação de máquinas eficientes, a remuneração cobrada pelo BNDES nas operações será de 0,50% ao ano até o limite de R$ 150 milhões, e de 0,90% ao ano no que exceder esse valor.

Já para os demais bens, a remuneração do BNDES será de 0,60% (no caso de máquinas 4.0 e bens de baixa emissão de carbono ou mobilidade em baixo carbono) e de 0,80% para demais produtos, também limitada ao valor de R$ 150 milhões por operação. Acima desse valor, o spread é de 1,30% ao ano.

A remuneração do BNDES (spread) é um dos componentes da taxa de juros dos financiamentos, que se soma ao custo financeiro da operação e, no caso de operações indiretas, às taxas dos agentes financeiros.

Em 2023, o BNDES realizou a mesma operação de redução nas taxas na sua linha de apoio a exportação na modalidade pré-embarque.

tabelareducaospreadO BNDES Exim Pré-embarque é um produto criado para apoiar empresas brasileiras na produção de bens destinados à exportação. Os recursos são recebidos pelo cliente no Brasil, vinculados ao compromisso de comprovar a exportação dos produtos posteriormente. A amortização do financiamento é feita diretamente com o agente financeiro repassador ou com o próprio BNDES.

Em 2023, toda a linha BNDES Exim Pré-embarque alcançou R$ 4,5 bilhões. Foram 55 operações aprovadas contra 35 operações nos quatro anos anteriores, 2019 a 2022. Já os desembolsos somaram R$ 5,9 bilhões no ano, valor 79% superior ao total realizado nos quatro anos anteriores.

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