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Secom reúne ministros para fortalecer ações de comunicação do governo

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De acordo com Paulo Pimenta, as reuniões têm como objetivo reforçar a unidade do governo e a divulgação regionalizada das ações
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, realizou, nesta quarta-feira (21), no Palácio do Planalto, reunião de alinhamento de comunicação e avaliação do governo com ministros e secretários executivos dos ministérios. Os próximos encontros contemplarão todo o conjunto do Governo Federal.“Foi uma reunião muito produtiva e vamos nos reunir com mais frequência com todos os ministérios para que o governo tenha cada vez mais unidade de comunicação, com assertividade. E de forma ainda mais regionalizada, levando a todos os lugares do país as ações do governo do Presidente Lula. Como ele mesmo disse, quer seus ministros viajando e dialogando com o povo brasileiro sobre o que temos feito pela população”, afirmou Paulo Pimenta.

O encontro de hoje contou com participação dos ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Jader Filho (Cidades), Márcio França (Portos e Aeroportos), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), e o chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Ribeiro.

Também participaram os secretários executivos, Izolda Cela (Educação), Dario Durigan (Fazenda), Ricardo Capelli (Justiça) e Swedenberger Barbosa (Saúde). Representando os ministros Renan Filho e Simone Tebet estavam presentes os assessores Milena Andrade e José Parente, respectivamente.

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CPI ouve integrantes da Operação Penalidade Máxima, do MP goiano

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Jorge Kajuru e Romário querem informações sobre a operação, que investiga fraudes no futebol em Goiás

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas (CPIMJAE) vai ouvir nesta terça-feira (11), às 14h, dois integrantes do Ministério Público de Goiás (MP-GO) sobre denúncias de manipulação de resultados no futebol. Os requerimentos (REQs 11/2024 e 14/2024 – CPIMJAE) foram apresentados pelos senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Romário (PL-RJ), respectivamente presidente e relator da CPI.

O procurador-geral do MP goiano, Cyro Terra Peres, falará como testemunha sobre as investigações de fraude em partidas de futebol no estado de Goiás, envolvendo apostadores e atletas, sobretudo quanto à Operação Penalidade Máxima. A operação do MP goiano investiga um grupo acusado de oferecer dinheiro para jogadores de futebol receberem punições em campo. Os integrantes do alegado esquema lucravam em sites de apostas esportivas.

“Como representante do Ministério Público responsável pela investigação, ele detém informações importantes que podem vir a contribuir para o esclarecimento dos fatos”, explica Kajuru.

A operação começou em novembro de 2022 com uma denúncia do presidente do Vila Nova Futebol Clube, Hugo Jorge Bravo, que também é policial militar. O time com sede em Goiânia teria descoberto a manipulação de resultados de três jogos da Série B do Campeonato Brasileiro para favorecer apostadores. Um então jogador do Vila Nova (Marcos Vinicius Alves Barreira, conhecido como Romário) teria sido ameaçado depois de não cumprir um acordo que lhe daria R$ 150 mil.

Em maio de 2023, o procurador entregou vários documentos sobre a investigação à CPI das Apostas Esportivas na Câmara dos Deputados. Segundo o requerimento, ele afirmou que os presidentes dos clubes envolvidos foram vítimas e que não havia evidências da participação dos árbitros no esquema criminoso.

Kajuru entende que um novo depoimento do procurador na CPI do Senado é fundamental para obter maiores informações sobre possíveis irregularidades cometidas por jogadores.

O outro depoente, o promotor Fernando Martins Cesconetto, foi convidado a pedido do senador Romário para falar sobre os desdobramentos da Operação Penalidade Máxima.

Cesconetto é integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Goiás e foi um dos responsáveis pela operação. As investigações detalharam o modo de operação da quadrilha e ofereceram várias denúncias criminais à justiça.

Fonte: Agência Senado

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