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Uma goleada de campos sintéticos pelo Distrito Federal

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As obras já começaram em todos os oito espaços e estão em etapas diferentes de execução  | Fotos: Divulgação

A bola vai correr solta pelos quatro cantos do Distrito Federal. Isso porque há uma “febre” de campos sintéticos na cidade com a construção de pelo menos oito deles nas regiões administrativas de Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Sobradinho II e Taguatinga. O valor do investimento é de R$ 4 milhões, recurso vindo parte da própria Secretaria de Esporte e Lazer e também por emendas parlamentares dos deputados distritais Rafael Prudente, Reginaldo Sardinha, Eduardo Pedrosa e Iolando.

São espaços com o tamanho convencional de 23m x 43m que, além das traves, claro, contam com cercamento ao redor do campo e iluminação especial. Em um momento em que os reflexos do pós-pandemia ainda são visíveis, o incentivo de práticas esportivas é necessário.

“Estamos acompanhando de perto todas essas importantes intervenções que estão sendo realizadas por todo do DF com o propósito de oferecer mais opções esportivas à comunidade”, salienta a secretária de Esporte e Lazer do DF, Giselle Ferreira.

As obras já começaram em todos os oito espaços e estão em etapas diferentes de execução. A primeira etapa dos serviços, mais complexa e de grande porte, envolve a limpeza do terreno, execução e nivelamento da base da área do campo, compactação e concretagem do piso, além da construção do sistema de drenagem. Em média, quatro homens trabalham diariamente nos locais.  O valor para a realização dessa primeira etapa é de quase R$ 2 milhões, cerca de R$ 150 mil para cada local.

Obras em andamento

A segunda fase da implantação dos campos sintéticos envolve a aplicação do próprio tapete e construção de uma arquibancada com capacidade para 30 pessoas

Em Taguatinga Norte (QNL 21/23), por exemplo, as obras estão em fase final, com a colocação de drenos de escoamento de águas. Em Ceilândia (QNP 13) e Cruzeiro (Velho) está sendo feita a terraplanagem dos terrenos. No Recanto das Emas (Q 605), Gama (Q 13, Setor Sul), Planaltina (Estância Mestre D’Armas), Sobradinho II (Vila Rabelo) já foram executados os trabalhos de topografia e demarcação do terreno onde o campo será montado. No Riacho Fundo II, onde os serviços tiveram início há três semanas, a brita já foi colocada e, em breve, haverá a concretagem do piso.

A segunda fase da implantação dos campos sintéticos envolve a aplicação do próprio tapete e construção de uma arquibancada com capacidade para 30 pessoas.

“Nossa cidade não tem nenhum equipamento de esporte grande, é um espaço que vai atender a todos os moradores da 4ª etapa do Riacho Fundo II, o que dá, mais ou menos, 40 famílias, cerca de 120 mil pessoas”, comenta Isaias Carvalho da Silva, coordenador de Obras e Licenciamento da Administração do Riacho Fundo II.  

Se a chuva não atrapalhar, o campo sintético de Riacho Fundo II deve ser concluído antes mesmo do Natal. Nas outras cidades, até pelo cronograma do início das obras, vai demorar um pouco mais.

Para a administradora do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva, a chegada de uma área de lazer e esporte na cidade representa qualidade de vida. “Fico muito feliz, mais uma grande conquista para nossa cidade. Esse novo espaço esportivo vai agregar ainda mais para os jovens e proporcionar a todas as idades o estímulo às atividades esportivas”, diz.

A secretária de Esporte e Lazer reforça a importância das novas quadras em benefício de seus milhares de frequentadores. “Estamos acompanhando de perto todas essas importantes intervenções que estão sendo realizadas por todo do DF com o propósito de oferecer mais opções esportivas à comunidade ”, diz.

Fonte: Governo DF

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Ministério da Saúde já enviou 25 toneladas de medicamentos e insumos para atender população gaúcha

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Nos últimos dias, cem kits de medicamentos e insumos, com capacidade para atender a até 1.500 pessoas durante um mês, chegaram ao estado. Programa Nacional de Imunizações enviará, nesta semana, 600 doses de imunoglobulina ao Rio Grande do Sul

Ministério da Saúde já enviou um total de 25 toneladas de medicamentos e insumos para o Rio Grande do Sul. O objetivo é manter o estado abastecido durante a calamidade provocada pelas severas enchentes dos últimos dias.

A informação foi divulgada na tarde desta segunda-feira, 13 de maio, no Hospital Conceição, em Porto Alegre, durante entrevista coletiva para rádios regionais.

Cem kits de medicamentos e insumos – com capacidade para atender a até 1.500 pessoas durante um mês – chegaram nos últimos dias ao estado. Conhecido como kit emergencial, ele é composto por oito caixas que, somadas, pesam 250 kg. Além de remédios, o conjunto inclui também luvas, seringas, ataduras, etc.

Vale destacar que o volume não considera outros repasses de medicamentos, vacinas e insumos que estão sendo enviados para repor os estoques perdidos com as enchentes e os que já estavam previstos na rotina. A título de comparação, em todo o ano passado, foram distribuídos 106 kits para emergências no Brasil.

Durante o balanço, o secretário de Atenção Primária à Saúde, Felipe Proenço, detalhou a operação de hospitais de campanha no estado. Foi confirmado que a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) irá operar quatro hospitais de campanha no estado.

Um já funciona em Canoas, outro está sendo montado na capital gaúcha e um terceiro em São Leopoldo. A destinação da quarta unidade ainda será definida. Desde o início da calamidade no Rio Grande do Sul, o Ministério da Saúde já enviou recursos para 246 unidades de assistência.

ALERTA PARA GRIPE — O diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública (Desp) do Ministério da Saúde, Márcio Garcia, fez um alerta para doenças respiratórias. Com as aglomerações em abrigos e a temperatura baixando, a preocupação é com o aumento do número de casos de gripe e covid-19.

“A combinação é favorável para o aumento dessas doenças. As pessoas vacinadas vão estar mais protegidas. Diminuem as chances de adquirir a doença ou de evoluir para um caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave”, frisou.

NÚMEROS — Veja a seguir alguns números das ações no RS apresentadas durante a coletiva:

Balanço de atendimentos

  • Total: 1.600 / Hospital Campanha (HCamp) de Canoas: 1034
  • Equipes volantes: 548
  • Encaminhamento ou transferência para outra unidade: 57
  • Remoções aéreas: 25
  • Atendimentos psicossociais: 22

Força de trabalho:

  • 134 profissionais em atuação;
  • 6 equipes volantes (13 enfermeiros + 9 médicos);
  • 15 equipes aeromédicas (15 enfermeiros + 15 médicos);
  • 62 profissionais no HCamp;
  • 19 profissionais de gestão;
  • 1 equipe psicossocial (5 psicólogas)

Recursos aplicados:

  • Medida provisória (MP) de liberação de crédito extraordinário, editada pelo presidente Lula, no domingo (12), traz a liberação de R$ 861 milhões para ações de saúde primária e especializada, vigilância epidemiológica, assistência farmacêutica e contratação temporária de profissionais;
  • Antecipação de R$ 40 milhões para compra de medicamentos;
  • Antecipação do pagamento do piso aos profissionais de enfermagem do estado. O total do repasse é de R$ 30 milhões;
  • Repasse, em parcela única, de R$ 63,1 milhões do Fundo Nacional de Saúde à Secretaria Estadual de Saúde e aos fundos municipais de saúde do Rio Grande do Sul;
  • Liberação, de forma imediata, no dia 6 de maio, de R$ 534 milhões em emendas individuais de congressistas do Rio Grande do Sul para auxiliar os municípios do estado afetados pelas enchentes. As emendas estavam alocadas na área da Saúde.

IMUNOGLOBULINA  — Programa Nacional de Imunizações (PNI) enviará, nesta semana, 600 doses de imunoglobulina à população do Rio Grande do Sul. As imunoglobulinas são proteínas utilizadas pelo organismo para combater um determinado antígeno, como vírus e bactérias, por exemplo.

Além disso, o Ministério da Saúde também vai destinar 1,1 mil frascos de soro; 416 mil doses de vacinas contra hepatite A, raiva, poliomielite e influenza, e 134 mil doses de covid-19. A destinação de todos esses insumos foi debatida, nesta segunda-feira (13), durante reunião de monitoramento do Centro de Operações de Emergência (COE) para chuvas intensas e inundações na Região Sul.

“Neste momento, as síndromes respiratórias também passam a ser um problema. Por isso, estamos focados em proteger a população gaúcha. Precisamos de uma ação ativa para vacinar inclusive dentro dos abrigos”, afirmou, na reunião, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

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